sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Minha adoção

    Quando completei 7 meses de vida, meu avô materno decidiu conversar com meus pais e lhes fez uma propostas seguintes condições: Ou eles concordavam em deixa-los me criar definitivamente, ou se virassem comigo e não os procurassem quando eu ficasse doente novamente, fazendo minha avó sofrer como sofria.
    Meu pai, alcólotra e pedófilo, não admitia a possibilidade da adoção ou guarda da criança. Ouvi repetidas vezes ele me contar que "me deu" porque o embebedaram.
Como meu avô não aceitava um tratado " só de boca", levou-os ao cartório para formalizar o meu termo de adoção. Presenvando o meu sobrenome Ampúdia, garantiu-me todos os direitos de filha legítima. 
Assim, cresci separada dos meus irmão e da realidade dura que viveram.
 


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